No último final de semana, mais um crime entre detentos aconteceu na unidade prisional em Barreiras, no Oeste da Bahia. E desta vez, a vítima foi um custodiado da justiça de São Desidério.
Ângelo Cássio Araújo, preso por homicídio e fugitivo recapturado em 2015, foi assassinado com vários golpes de faca artesanal, e após óbito, seus companheiros de cela o penduraram de cabeça para baixo com algumas pinturas e mensagens fixadas ao corpo.

Na foto que foi divulgada nas redes sociais, ao fundo da parede da detenção, existe uma pichação com o número "1533" que ao que tudo indica ser de autoria de membros do PCC, pois a numeração faz alusão ao estatuto da facção criminosa.
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Também na última semana, instituições privadas de LEM e do Oeste emitiram uma petição para funcionamento imediato do presídio regional de Barreiras, e motivação deste crime pode ter sido a questão de superlotação da cadeia da cidade, que apesar de desestruturada, segue a receber presos de diversas cidades na região além de comportar todos os custodiados do município.

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Caso a suspeita de presença do PCC dentro da cadeia seja confirmada, o presídio que sequer começou a funcionar já adquiriu o problema corriqueiro das unidades prisionais no país: um local dominado por facções, que decidem quem deve morrer ou quem deve viver.

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